
A saúde mental não começa na vida adulta.
Ela começa na infância, no cérebro em desenvolvimento, nas primeiras experiências emocionais, nas respostas ao ambiente.
Crianças sentem ansiedade, tristeza, medo e sobrecarga psíquica de forma real e intensa.
A diferença é que, muitas vezes, elas não conseguem nomear o que sentem. Então o sofrimento aparece no comportamento, no corpo, no sono, no aprendizado.
Quando sinais são minimizados como “fase”, “manha” ou “frescura”, o que se perde não é apenas tempo, é a chance de intervir precocemente.
E intervenção precoce não é rotular. É compreender, regular e proteger um cérebro que ainda está em formação.
Cuidar da saúde mental infantil é oferecer ferramentas emocionais antes que o sofrimento se cronifique.
Não é exagero. É ciência. É prevenção. É responsabilidade.
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Dr. Caio Cortes | Psiquiatra
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