
Existe uma ideia muito errada de que crianças autistas vivem em um “mundo próprio” e são indiferentes ao afeto. Isso não é verdade.
Crianças autistas sentem e demonstram afeto, mas a forma como fazem isso pode ser diferente do que a sociedade espera.
Para algumas, um abraço apertado pode causar sobrecarga sensorial, enquanto para outras, o carinho é demonstrado através da proximidade física silenciosa, de um olhar compartilhado em um momento de alegria ou de levar você até o objeto de seu interesse.
O afeto no autismo não é ausente; ele é singular. Aprender a ler a linguagem do amor do seu filho é um dos passos mais bonitos da jornada pós-diagnóstico.
Como o seu filho demonstra afeto por você? Vamos trocar experiências nos comentários.
Dr. Caio Cortes | Psiquiatra
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